Sobre a Pisco Huamani
A Pisco Huamaní é uma empresa peruana dedicada à produção e comercialização de pisco, destilado que ocupa um lugar especial na cultura do país. Desde o início, a marca procurou unir o conhecimento artesanal acumulado ao longo de gerações com práticas modernas de produção e gestão. O objetivo era criar uma linha premium capaz de valorizar o patrimônio vitivinícola peruano sem permanecer presa ao passado. Tradição, aqui, não significa ficar parado. O portfólio reúne diferentes variedades de pisco, desenvolvidas para atender preferências e ocasiões distintas. Algumas pessoas procuram uma bebida para degustar pura. Outras querem utilizá-la em coquetéis ou compartilhar uma garrafa durante uma celebração.
A marca já alcança mercados no Peru e no exterior. Sua ambição é ampliar essa presença e se consolidar como referência global entre as bebidas premium. Por trás de cada garrafa existe uma equipe que compartilha o interesse pelo produto e pela cultura peruana. Produção e vendas precisam conversar. A logística deve acompanhar os pedidos, enquanto marketing e finanças sustentam a expansão. Cada área tem sua própria rotina, mas todas dependem umas das outras. A empresa trabalha com uma cultura de melhoria contínua e colaboração. O cuidado aplicado à qualidade do pisco também precisa aparecer na forma como as pessoas se organizam e tomam decisões. A maior parte da equipe está no Peru. Ainda assim, a Pisco Huamaní coordena ações com distribuidores e parceiros de outros países, o que exige flexibilidade e informações fáceis de acompanhar. Não dá para crescer no exterior com uma operação interna confusa. A estrutura precisa ser firme o suficiente para dar segurança à equipe, mas leve o bastante para não atrasar decisões. Encontrar esse equilíbrio se tornou cada vez mais importante conforme a empresa avançava.
Quais dificuldades a Pisco Huamaní enfrentava antes da Runa?
Antes da implementação da Runa, boa parte da gestão de pessoas acontecia por mensagens, e-mails e conversas informais. Uma solicitação de férias podia começar em um aplicativo de mensagens e terminar em uma troca de e-mails. Uma ausência era comunicada a uma liderança, mas nem sempre chegava imediatamente às outras pessoas que precisavam daquela informação. Os dados ficavam espalhados. Sem uma plataforma central, era difícil manter uma visão atualizada da equipe. Para saber quem estaria ausente em determinada semana, as lideranças precisavam consultar conversas anteriores ou confirmar diretamente com cada pessoa.
Isso consumia tempo. O impacto aparecia com mais força no planejamento dos turnos. Quando uma ausência não era registrada de forma clara, outra pessoa precisava reorganizar a escala perto do horário ou descobrir rapidamente quem poderia assumir aquela atividade. As lideranças de cada área acabavam funcionando como pontos de controle manual. Era necessário confirmar datas e responder dúvidas que poderiam ser resolvidas com informações acessíveis. Muitas vezes, a mesma solicitação precisava ser explicada mais de uma vez até chegar a todos os envolvidos. A operação continuava funcionando, mas com esforço demais. Conforme a equipe cresceu, a informalidade deixou de ser prática. As decisões ficaram mais lentas e surgiram atritos causados por informações incompletas ou interpretações diferentes sobre o que havia sido combinado. Não faltava comprometimento. Faltava estrutura. A Pisco Huamaní precisava organizar os processos sem criar uma cadeia pesada de aprovações. A solução deveria trazer clareza e, ao mesmo tempo, preservar a agilidade que fazia parte da cultura da empresa.
Por que gostaram da Runa?
O crescimento mostrou que os processos internos precisavam amadurecer. A liderança decidiu implementar a Runa para profissionalizar a gestão de pessoas e substituir fluxos antigos, conduzidos manualmente, por uma estrutura mais clara. A intenção não era burocratizar a rotina. Era retirar a confusão do caminho. Com a plataforma, a administração da equipe passou a ficar centralizada. Informações que antes circulavam em conversas separadas agora podem ser consultadas no mesmo ambiente. As políticas também ganharam mais visibilidade.
“Implementar a Runa foi essencial para profissionalizar nossos processos internos e poder dedicar mais tempo ao crescimento do negócio”
As solicitações de férias e permissões passaram a seguir um fluxo organizado. Os colaboradores conseguem visualizar seus saldos, enquanto as lideranças acompanham cada pedido sem precisar reconstruir o histórico em mensagens antigas. Isso reduziu os mal-entendidos. Quando todos consultam a mesma informação, diminuem as dúvidas sobre quantos dias estão disponíveis ou se uma solicitação já foi aprovada. A equipe sabe onde procurar, e as lideranças deixam de responder repetidamente às mesmas questões. A clareza trouxe autonomia. Também liberou tempo para decisões mais importantes. Em vez de conferir registros espalhados, os responsáveis por cada área podem se dedicar à operação e ao desenvolvimento do negócio. A mudança é simples de perceber no cotidiano. Menos mensagens para confirmar datas. Menos buscas por informações. Menos interrupções para resolver algo que deveria estar registrado desde o início. A equipe sente essa diferença.
Onde a empresa estará em dez anos?
A Pisco Huamaní pretende se tornar uma referência regional no mercado de bebidas premium e ampliar sua presença fora do Peru. Nos próximos dez anos, a empresa planeja desenvolver novas opções para seu portfólio e alcançar outros canais de distribuição. Parcerias estratégicas também devem ajudar a marca a entrar em novos mercados sem abandonar a identidade artesanal construída desde o começo. Esse cuidado será essencial.
A expansão internacional pode aumentar o alcance da empresa, mas também traz novos padrões de consumo e exigências comerciais. Para crescer com consistência, a Pisco Huamaní precisará adaptar sua estratégia sem transformar o produto em algo distante de suas origens. Dentro da empresa, a gestão de talentos continuará no centro desse movimento. A marca pretende preservar uma cultura voltada à qualidade e à inovação, mantendo o compromisso com as pessoas responsáveis por produzir, apresentar e distribuir seus produtos. Crescer não será apenas vender mais garrafas. Também significará preparar lideranças, integrar novos profissionais e garantir que a equipe continue trabalhando com objetivos claros, mesmo quando a operação alcançar outros mercados. Nesse caminho, a Runa seguirá apoiando a organização interna. Processos centralizados e informações acessíveis ajudarão a empresa a absorver novas etapas de crescimento sem voltar à dependência de controles informais. A essência artesanal permanece. A estrutura, porém, precisa estar pronta para ir mais longe.
BR
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